Mercado brasileiro de cosméticos em alta e o impacto das embalagens pós-consumo
O Brasil se mantém como o 4º maior mercado consumidor de produtos de beleza e higiene pessoal do mundo e empresas do setor se deparam com o desafio da sustentabilidade.

Em 2020, o Brasil se manteve como o 4º  maior mercado consumidor de produtos de beleza e higiene pessoal do mundo pelo segundo ano consecutivo, como mostra o panorama atualizado esta semana pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Isso significa que o mercado movimentou no ano passado em média 23.738 bilhões de dólares, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão. 


O segmento de produtos masculinos foi o que mais cresceu no país, o que fez com que o Brasil se tornasse o 2º maior mercado em fragrâncias, produtos masculinos e desodorantes do mundo. E para completar os destaques sobre o mercado brasileiro da beleza, o país é o 3º no ranking global de nações que mais lançam produtos anualmente.


Como visto acima, os números do mercado brasileiro de cosméticos são expressivos, porém, se o consumo de produtos de beleza e higiene está em alta, isso significa que a quantidade de embalagens pós-consumo descartadas também está em alta. O que fazer com tantos resíduos sólidos descartados no meio ambiente? A reciclagem pode ser uma das alternativas para mitigar o impacto ambiental das embalagens pós-consumo descartadas. É neste ponto que a logística reversa de embalagem em geral prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) entra como um instrumento eficaz, uma vez que para serem transformadas e reinseridas na cadeia produtiva as embalagens pós-consumo precisam de uma destinação adequada. 


A Abrelpe - Associação Brasileira de Empresas de  Limpeza Pública e Resíduos Especiais afirma que hoje o Brasil produz cerca de 79 milhões de toneladas de lixo por ano. Deste montante, menos de 4% são reciclados.


O fomento à economia circular é uma responsabilidade compartilhada entre todos nós, seja na posição de consumidores finais ou como agentes da cadeia produtiva. Ao decidir pela logística reversa de suas embalagens, uma indústria não só cumpre um requisito estabelecido por lei, mas economiza recursos naturais por meio do reaproveitamento de materiais já existentes, contribuindo para a preservação da biodiversidade do planeta e praticando ações genuinamente sustentáveis, que podem se transformar em um valioso atributo de marca junto ao seu público consumidor. 


Beleza, sustentabilidade e presença digital


Há alguns dias apresentamos aqui no blog os resultados do Biodiversity Barometer, que ressaltou a  percepção  dos consumidores sobre a obrigação moral das empresas garantirem um impacto positivo nas pessoas a na biodiversidade.


O Biodiversity Barometer trouxe ainda alguns dados específicos sobre a percepção dos consumidores sobre a indústria da beleza e a produção sustentável


No setor de cosméticos, 49% das empresas pesquisadas em 2020 se mostraram preocupadas em trazer a questão da biodiversidade para os seus relatórios e sites corporativos. 


Essa também se mostrou uma exigência por parte dos consumidores, dentre os países pesquisados uma média de 77% dos consumidores disseram que gostaria que as empresas informassem suas ações concretas realizadas em favor do desenvolvimento sustentável e da biodiversidade.


No Brasil, a preocupação dos consumidores é ainda maior, 90% das pessoas entrevistadas afirmaram que gostariam que as empresas informassem sobre ações concretas a respeito do desenvolvimento sustentável e da biodiversidade


As marcas estão sob pressão do consumidor para tornarem seus produtos mais sustentáveis e serem capazes de oferecer mensagens positivas sobre sustentabilidade e práticas éticas. De acordo com uma pesquisa recente da Global Web Index, 25% dos compradores de produtos de beleza tem como  marcas favoritas aquelas que fornecem produtos ecológicos.


Outro dado interessante trazido pelo  Biodiversity Barometer  se refere a presença cada vez mais massiva dos consumidores e das temáticas ambientais nos canais digitais, em especial nas redes sociais. O estudo mostra que a sustentabilidade está se tornando um tema de discussão cada vez mais recorrente nas redes sociais. O Brasil se destaca no cenário global quanto ao uso massivo de redes sociais, por aqui 76% dos consumidores afirmaram que gostam de compartilhar informações sobre boas práticas sustentáveis.


Cosméticos e compensação ambiental: Case Yenzah 


A Yenzah é uma indústria de cosméticos carioca que chama a atenção pelos seus princípios socioambientais como: o respeito e o uso responsável de recursos da biodiversidade; a adoção da bandeira cruelty free (não testam produtos em animais); o desenvolvimento de produtos em sua grande maioria veganos e a preocupação com a destinação correta das suas embalagens.

Selo Polen Embalagem Yenzah


Em junho de 2021, a Yenzah passou a compensar 100% das embalagens que disponibiliza no mercado por meio do sistema de logística reversa desenvolvido pela Polen. Até o presente momento a Yenzahcontribuiu para a reciclagem de 5,13 toneladas de resíduos plásticos e teve um impacto positivo não só no meio ambiente, mas na vida de uma cooperativa de reciclagem parceira do projeto de neutralização das embalagens.


Para cada tonelada de plástico reciclada, deixamos de emitir aproximadamente 0,63 toneladas de CO2 equivalente à atmosfera. Ao compensar o impacto das suas embalagens plásticas, a Yenzah já evitou a emissão de 3,23 toneladas de CO2 equivalente na atmosfera. 


Temos orgulho em trabalhar com uma empresa tão engajada e empreendedora quanto a Yenzah. Para saber mais sobre como a Yenzah mitiga o impacto da sua embalagens no meio ambiente basta acessar: https://www.creditodelogisticareversa.com.br/yenzah 

Referências:

Panorama do setor ABIHPEC

Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil — 2020

Biodiversity Barometer

Autora: Daniella Barbosa


Leia também:

Cosméticos sustentáveis: uma alternativa para diminuir o impacto ambiental



Mercado brasileiro de cosméticos em alta e o impacto das embalagens pós-consumo
September 17, 2021 3:23 PM
O Brasil se mantém como o 4º maior mercado consumidor de produtos de beleza e higiene pessoal do mundo e empresas do setor se deparam com o desafio da sustentabilidade.

Em 2020, o Brasil se manteve como o 4º  maior mercado consumidor de produtos de beleza e higiene pessoal do mundo pelo segundo ano consecutivo, como mostra o panorama atualizado esta semana pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. Isso significa que o mercado movimentou no ano passado em média 23.738 bilhões de dólares, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão. 


O segmento de produtos masculinos foi o que mais cresceu no país, o que fez com que o Brasil se tornasse o 2º maior mercado em fragrâncias, produtos masculinos e desodorantes do mundo. E para completar os destaques sobre o mercado brasileiro da beleza, o país é o 3º no ranking global de nações que mais lançam produtos anualmente.


Como visto acima, os números do mercado brasileiro de cosméticos são expressivos, porém, se o consumo de produtos de beleza e higiene está em alta, isso significa que a quantidade de embalagens pós-consumo descartadas também está em alta. O que fazer com tantos resíduos sólidos descartados no meio ambiente? A reciclagem pode ser uma das alternativas para mitigar o impacto ambiental das embalagens pós-consumo descartadas. É neste ponto que a logística reversa de embalagem em geral prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) entra como um instrumento eficaz, uma vez que para serem transformadas e reinseridas na cadeia produtiva as embalagens pós-consumo precisam de uma destinação adequada. 


A Abrelpe - Associação Brasileira de Empresas de  Limpeza Pública e Resíduos Especiais afirma que hoje o Brasil produz cerca de 79 milhões de toneladas de lixo por ano. Deste montante, menos de 4% são reciclados.


O fomento à economia circular é uma responsabilidade compartilhada entre todos nós, seja na posição de consumidores finais ou como agentes da cadeia produtiva. Ao decidir pela logística reversa de suas embalagens, uma indústria não só cumpre um requisito estabelecido por lei, mas economiza recursos naturais por meio do reaproveitamento de materiais já existentes, contribuindo para a preservação da biodiversidade do planeta e praticando ações genuinamente sustentáveis, que podem se transformar em um valioso atributo de marca junto ao seu público consumidor. 


Beleza, sustentabilidade e presença digital


Há alguns dias apresentamos aqui no blog os resultados do Biodiversity Barometer, que ressaltou a  percepção  dos consumidores sobre a obrigação moral das empresas garantirem um impacto positivo nas pessoas a na biodiversidade.


O Biodiversity Barometer trouxe ainda alguns dados específicos sobre a percepção dos consumidores sobre a indústria da beleza e a produção sustentável


No setor de cosméticos, 49% das empresas pesquisadas em 2020 se mostraram preocupadas em trazer a questão da biodiversidade para os seus relatórios e sites corporativos. 


Essa também se mostrou uma exigência por parte dos consumidores, dentre os países pesquisados uma média de 77% dos consumidores disseram que gostaria que as empresas informassem suas ações concretas realizadas em favor do desenvolvimento sustentável e da biodiversidade.


No Brasil, a preocupação dos consumidores é ainda maior, 90% das pessoas entrevistadas afirmaram que gostariam que as empresas informassem sobre ações concretas a respeito do desenvolvimento sustentável e da biodiversidade


As marcas estão sob pressão do consumidor para tornarem seus produtos mais sustentáveis e serem capazes de oferecer mensagens positivas sobre sustentabilidade e práticas éticas. De acordo com uma pesquisa recente da Global Web Index, 25% dos compradores de produtos de beleza tem como  marcas favoritas aquelas que fornecem produtos ecológicos.


Outro dado interessante trazido pelo  Biodiversity Barometer  se refere a presença cada vez mais massiva dos consumidores e das temáticas ambientais nos canais digitais, em especial nas redes sociais. O estudo mostra que a sustentabilidade está se tornando um tema de discussão cada vez mais recorrente nas redes sociais. O Brasil se destaca no cenário global quanto ao uso massivo de redes sociais, por aqui 76% dos consumidores afirmaram que gostam de compartilhar informações sobre boas práticas sustentáveis.


Cosméticos e compensação ambiental: Case Yenzah 


A Yenzah é uma indústria de cosméticos carioca que chama a atenção pelos seus princípios socioambientais como: o respeito e o uso responsável de recursos da biodiversidade; a adoção da bandeira cruelty free (não testam produtos em animais); o desenvolvimento de produtos em sua grande maioria veganos e a preocupação com a destinação correta das suas embalagens.

Selo Polen Embalagem Yenzah


Em junho de 2021, a Yenzah passou a compensar 100% das embalagens que disponibiliza no mercado por meio do sistema de logística reversa desenvolvido pela Polen. Até o presente momento a Yenzahcontribuiu para a reciclagem de 5,13 toneladas de resíduos plásticos e teve um impacto positivo não só no meio ambiente, mas na vida de uma cooperativa de reciclagem parceira do projeto de neutralização das embalagens.


Para cada tonelada de plástico reciclada, deixamos de emitir aproximadamente 0,63 toneladas de CO2 equivalente à atmosfera. Ao compensar o impacto das suas embalagens plásticas, a Yenzah já evitou a emissão de 3,23 toneladas de CO2 equivalente na atmosfera. 


Temos orgulho em trabalhar com uma empresa tão engajada e empreendedora quanto a Yenzah. Para saber mais sobre como a Yenzah mitiga o impacto da sua embalagens no meio ambiente basta acessar: https://www.creditodelogisticareversa.com.br/yenzah 

Referências:

Panorama do setor ABIHPEC

Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil — 2020

Biodiversity Barometer

Autora: Daniella Barbosa


Leia também:

Cosméticos sustentáveis: uma alternativa para diminuir o impacto ambiental



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