Brasil tem a meta ousada de acabar com lixões até 2024
Em pouco mais de 1 ano desde a sua implantação, o Programa Lixão Zero registra a desativação de 600 lixões pelo país. É mais uma das iniciativas de governança atreladas a chamada Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)

Lançado pelo Ministério do Meio Ambiente em julho de 2019, o Programa Nacional Lixão Zero foi um passo importante na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a mesma que regulariza a logística reversa de embalagens. O programa prevê subsídios a estados e municípios para a gestão adequada dos resíduos sólidos urbanos, com o intuito de garantir um menor impacto ambiental. 

Para dar suporte ao Programa, em julho de 2020, o Governo Federal sancionou  o Marco do Saneamento responsável por estabelecer normas para aprimorar os serviços de saneamento, visando aumentar a disponibilidade de água potável e coleta de esgoto para a população brasileira, além de prever o encerramento de todos os lixões do Brasil até 2024. 

Segundo levantamento divulgado esta semana pela Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), em menos de um ano da entrada em vigor do Marco do Saneamento, já foram desativados mais de 600 lixões pelo país. 

No mundo, pelo menos 2 bilhões de pessoas não têm acesso a coleta regular de resíduos e são atendidas por lixões, de acordo com relatório da ISWA (International Solid Waste Association) publicado em 2017.  O mesmo documento destaca que até o ano da publicação o Brasil contava com  2.976 lixões em operação que afetavam a vida de 76 milhões de pessoas. 


O Desafio do Lixo 


O gerenciamento adequado do lixo e dos resíduos sólidos continua sendo um grande desafio de gestão ambiental e urbana dos municípios, apesar da regulamentação em vigor. Neste sentido, a logística reversa entra como uma solução viável e eficaz para a gestão dos resíduos sólidos.

Lixo é todo material considerado sem qualquer valor e por isso é descartado. A falta de entendimento e o descaso das autoridades e da sociedade como um todo sobre a cadeia da reciclagem e os resíduos que a alimentam, faz com que muito do que é  resíduo sólido acabe sendo descartado como lixo comum. Além do desperdício de recursos renováveis, ao descartar de forma incorreta os resíduos sólidos, a problemática sanitária no Brasil se agrava.

Já falamos anteriormente aqui no Blog da Polen sobre o impacto do lixo no meio ambiente, confira o artigo aqui. 

O lixo é um problema meu, seu, nosso! Nosso como sociedade, cidadãos, governantes, empresários, educadores e até mesmo pais. Isso se chama responsabilidade compartilhada!  O Governo pode investir em políticas públicas para a extinção dos lixões, mas o lixo não vai desaparecer num passe de mágica, ele precisa ser destinado de alguma maneira. Essa destinação correta precisa ser uma ação coletiva, do empresário que opta pela logística reversa das suas embalagens ao consumidor final que se preocupa com o seu próprio lixo.  Trata-se de uma necessária mudança de hábitos e na semana em que celebramos o Dia da Terra ( 22 de abril), o planeta agradece!


Brasil tem a meta ousada de acabar com lixões até 2024
April 23, 2021 2:55 PM
Em pouco mais de 1 ano desde a sua implantação, o Programa Lixão Zero registra a desativação de 600 lixões pelo país. É mais uma das iniciativas de governança atreladas a chamada Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)

Lançado pelo Ministério do Meio Ambiente em julho de 2019, o Programa Nacional Lixão Zero foi um passo importante na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a mesma que regulariza a logística reversa de embalagens. O programa prevê subsídios a estados e municípios para a gestão adequada dos resíduos sólidos urbanos, com o intuito de garantir um menor impacto ambiental. 

Para dar suporte ao Programa, em julho de 2020, o Governo Federal sancionou  o Marco do Saneamento responsável por estabelecer normas para aprimorar os serviços de saneamento, visando aumentar a disponibilidade de água potável e coleta de esgoto para a população brasileira, além de prever o encerramento de todos os lixões do Brasil até 2024. 

Segundo levantamento divulgado esta semana pela Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), em menos de um ano da entrada em vigor do Marco do Saneamento, já foram desativados mais de 600 lixões pelo país. 

No mundo, pelo menos 2 bilhões de pessoas não têm acesso a coleta regular de resíduos e são atendidas por lixões, de acordo com relatório da ISWA (International Solid Waste Association) publicado em 2017.  O mesmo documento destaca que até o ano da publicação o Brasil contava com  2.976 lixões em operação que afetavam a vida de 76 milhões de pessoas. 


O Desafio do Lixo 


O gerenciamento adequado do lixo e dos resíduos sólidos continua sendo um grande desafio de gestão ambiental e urbana dos municípios, apesar da regulamentação em vigor. Neste sentido, a logística reversa entra como uma solução viável e eficaz para a gestão dos resíduos sólidos.

Lixo é todo material considerado sem qualquer valor e por isso é descartado. A falta de entendimento e o descaso das autoridades e da sociedade como um todo sobre a cadeia da reciclagem e os resíduos que a alimentam, faz com que muito do que é  resíduo sólido acabe sendo descartado como lixo comum. Além do desperdício de recursos renováveis, ao descartar de forma incorreta os resíduos sólidos, a problemática sanitária no Brasil se agrava.

Já falamos anteriormente aqui no Blog da Polen sobre o impacto do lixo no meio ambiente, confira o artigo aqui. 

O lixo é um problema meu, seu, nosso! Nosso como sociedade, cidadãos, governantes, empresários, educadores e até mesmo pais. Isso se chama responsabilidade compartilhada!  O Governo pode investir em políticas públicas para a extinção dos lixões, mas o lixo não vai desaparecer num passe de mágica, ele precisa ser destinado de alguma maneira. Essa destinação correta precisa ser uma ação coletiva, do empresário que opta pela logística reversa das suas embalagens ao consumidor final que se preocupa com o seu próprio lixo.  Trata-se de uma necessária mudança de hábitos e na semana em que celebramos o Dia da Terra ( 22 de abril), o planeta agradece!


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